Análise objetiva da tomada de decisão.

As variáveis que influenciam o atleta no momento de decidir são diferentes referem-se à qualidade, quantidade e circunstâncias ambientais em que se leva a cabo o ato da decisão, e que de acordo com Ruiz e Sanchez (1997) centram-se em oito:

1. Número de decisões e diversidade de propósitos;
2. Número de alternativas em cada decisão;
3. Tempo requerido para a tomada de decisão;
4. Conhecimento e tomada de decisão;
5. Nível de incerteza com que se toma a decisão;
6. Ordem sequencial das decisões;
7. Número de elementos que é necessário recordar para tomar a decisão:
8. Nível de risco que comporta a decisão.

De forma individual ou combinada, fazem com que as situações possuam um maior ou menor nível de complexidade e permitam uma análise bastante fidedigna das condições em que se realizam as atividades desportivas ou o desenho de situações de treino (Ruiz & Sanchez, 1997).

Mas esta objetividade é afetada/influenciada por vários fatores, pelo estado anímico e afetivo, os seus medos, confiança nas suas possibilidades, apetência, fadiga, pressão do ambiente ou da avaliação subjetiva que realiza do risco que levam as ditas decisões (Ruiz, 2000).

Posto tudo isto, levanto algumas questões:
Quem avalia se determinada tomada de decisão foi a mais correta, o Treinador ou o Guarda Redes?
Deverá o Treinador influenciar a tomada de decisão do Guarda Redes que treina?

Em suma, deveremos oferecer o maior numero de estímulos aos nossos guarda redes, para terem “ferramentas” para resolver todas as dificuldades que lhe aparecem e depois em conjunto “discutir” se foi a escolha acertada.

Rafael Rocha
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